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As grandes companhias farmacêuticas têm investido fortemente em pesquisa e inovação, que são fatores cruciais para o desenvolvimento de novos medicamentos. Como resultado, não apenas o arsenal terapêutico existente foi ampliado, mas também as dúvidas e questionamentos que permeiam esses novos produtos.1

Frente à explosão de novas informações, os profissionais de saúde enxergaram a necessidade frequente de atualização, de modo a aplicarem a seus pacientes a melhor, mais segura e eficaz terapêutica disponível. Nessas circunstâncias, como fonte de educação continuada, algumas indústrias passaram a disponibilizar o que chamamos de serviço de informação médica, uma ferramenta que propicia a constante modernização na prática clínica.2

E qual seria a importância dessa modernização? Ao estabelecer critérios rigorosos de análise de materiais publicados na literatura, o profissional de saúde se torna capaz de unir a pesquisa científica e a rotina médica: é o que chamamos de Medicina Baseada em Evidências (MBE). Em outras palavras, a MBE utiliza provas científicas existentes e disponíveis no momento para a aplicação de seus resultados na prática clínica.3

Vale lembrar, entretanto, que a terapêutica deve ser individualizada, isto é, o médico deve avaliar se a evidência obtida se adequa àquele paciente especificamente. Havendo um equilíbrio entre a informação científica adquirida e a experiência profissional, o médico se permite entender as verdadeiras necessidades do paciente e, dessa forma, melhora a qualidade de seu atendimento.4

Referências:

  1. HOUGH L, ET CAMPBELL L. Pharmaceutical industry-based medical information in Canada. Drug Information Journal, 34: 1081–7, 2000.
  2. ROBSON AS, ET ROBSON D. Industry-based medical information in Europe: practices and customer expectations. Drug Information Journal, 34: 1089–95, 2000.
  3. DIB RB. Como praticar a medicina baseada em evidências. J Vasc Bras, 6(1): 1-4, 2007.
  4. MALUF-FILHO F. A contribuição da medicina baseada em evidências para a introdução de novo conhecimento na prática clínica. Arq Gastroenterol, 46(2): 87-89, 2009.